Sem politicagem, sobra dinheiro no Governo

Uma a uma, governador Carlos Moisés da Silva (PSL) vem tirando da gaveta velhas obras reivindicadas há décadas pela população catarinense.
Isto está acontecendo em todo o Estado. Em nossa região, por ora, conquistamos a ponte sobre o rio Araranguá, na altura do Distrito de Ilhas, e já temos o anúncio do lançamento do edital de licitação da rodovia SC 108, no trecho entre Jacinto Machado e Praia Grande. A primeira obra orçada em mais de R$ 15 milhões e a segunda em mais de R$ 100 milhões. Carlos Moisés também já disse que deverá liberar os recursos, na ordem de cerca de R$ 60 milhões, para a conclusão da pavimentação da Serra do Faxinal, tão logo a questão que envolva a liberação das licenças ambientais para a obra esteja equacionada.
Tudo isto só está sendo possível porque o Governo de Santa Catarina passou a ser administrado, entre janeiro de 2019 e dezembro de 2020, sem conchavos políticos. Foram 24 meses de um profundo enxugamento da máquina administrativa, que renderam quase R$ 2 bilhões aos cofres públicos. Infelizmente metade deste valor foi somente para pagar contas.
Nesse passo, praticamente todas as obras de infraestrutura de Santa Catarina teriam sido executadas ao longo da gestão do atual governador. Como se sabe, para a população catarinense, o que era doce acabou-se. Por conta do enxugamento da máquina pública, Carlos Moisés quase foi cassado. Em um reacerto com a Assembleia Legislativa nosso governador teve que abrir os portos às nações amigas, decretando que em 2021 e 2022 seu governo deverá ser como qualquer um outro.
De todo modo, o que foi preservado financeiramente em 2019 e 2020 permanece nos cofres do Estado, o que deverá render excelentes frutos para os catarinenses. Quem sabe no futuro, com uma população mais madura, que saia em defesa de pessoas como Carlos Moisés, possamos ter governos mais justos. Até lá, o negócio político envolve arrecadar cada vez mais, para manter os cabides de emprego. E o povo que continue pisando na lama.
Lista de candidatos a federal está crescendo
Não será por falta de candidato a deputado federal, ano que vem, que Sul do Estado deixará de ter representante no Congresso Nacional. Já estão na luta para viabilizar seus projetos de reeleição os deputados Ricardo Guidi (PSD), Daniel Freitas (PSL) e Geovânia de Sá (PSDB). Além deles, Jorge Boeira (PP) e Edinho Bez (MDB), almejam voltar à Câmara Federal. Também deve entrar na briga por uma cadeira em Brasília o deputado estadual licenciado, e atual Secretário de Estado da Educação, Luiz Fernando Vampiro (MDB). Nomes como os ex-prefeitos de Criciúma, Márcio Búrigo (PL), e Décio Góes (PT), também são prospectados por seus partidos para o cargo.
PDS Estadual está investindo em Adelina Dal Pont, de Timbé
PSD catarinense está investindo pesado na ex-prefeita de São José, Adeliana Dal Pont. Ela é um dos nomes da cúpula do partido para disputar a eleição do ano que vem como candidata a deputada estadual ou federal. Adeliana é natural de Timbé do Sul. Começou na vida pública na década de 1980, como secretária municipal de Saúde, na gestão do então prefeito de Araranguá, Manoel Mota (MDB). Na década de 1990 se mudou para São José, onde ingressou na política eleitoral. Foi vereadora e duas vezes prefeita do município. Timbé do Sul, aliás, é um berço de prefeitos. Tiago Zilli (MDB), que foi prefeito de Turvo na gestão passada, é natural de Timbé. Na atual gestão, quem é natural de Timbé do Sul administrando outro município é o prefeito de Araranguá, César Cesa (MDB).
“Bandeira Vermelha” põe em risco início das aulas
Dados da Matriz de Risco Potencial para Covid-19, divulgado no final de semana pelo Governo do Estado, ratificou a condição de “bandeira vermelha” para a região da Amesc. Levando em conta que várias áreas do Rio Grande do Sul, que fazem divisa com nossa região, estão com “bandeira preta”, há a possibilidade de que as aulas da rede municipal de ensino não retornem no dia 1º de março, como previsto pelas prefeituras da região. Por óbvio que tudo está condicionado a evolução dos quadros de Covid em nossa região ao longo desta semana. Leitos de UTI ocupados em seu nível máximo são um indicador negativo para a volta à normalidade.
Vice de Sombrio e Santa Rosa estão muito ligado à agricultura
Vice-prefeito de Sombrio, Jeriel Isoppo (MDB), tem consolidado cada vez mais sua presença junto ao setor agrícola do município. Em princípio, o compromisso feito durante a campanha eleitoral, de ser o prefeito do interior, tem se tornado realidade. Jeriel tem se inteirado cada vez mais das demandas do setor, buscando pessoalmente a solução para as questões que acometem a pasta da agricultura junto a prefeita Gislaine Cunha (MDB). Quem também tem atuado como porta voz dos agricultores de seu município é o vice-prefeito de Santa Rosa do Sul, Pedro Dávila da Cunha (MDB). A exemplo de Jeriel, Pedrinho tem tido carta branca do prefeito sulsantarosense Almides da Rosa (PSDB) para solucionar as demandas do setor.

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