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Alunos abrem cápsulas do tempo guardadas no chão da escola quando eram crianças, em Araranguá

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Saudar e preservar as memórias – familiares, históricas e afetivas – é um dos grandes objetivos da educação.  Foi pensando nisso que, em 2021, quando a professora das Séries Iniciais da EEB Professora Dolvina Leite de Medeiros, Fernanda Guidi, decidiu criar um projeto muito legal com as duas turmas de 5° ano com quem ela trabalhava naquele ano. Em dezembro daquele ano, ela propôs aos alunos criarem lembranças daquela etapa de suas vidas para guardar em recipientes, enterrar no chão da escola e desenterrar quando chegassem ao fim do fundamental 2, o 9° ano.

Turmas pegaram pás e enxadas e botaram mãos à obra

Os alunos organizaram comissões, cada uma responsável por tarefas específicas: mapear a localização onde as cápsulas seriam enterradas, chamar a imprensa, determinar as localizações no momento de desenterrar  suas memórias.

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Grande dia

Cobertos de ansiedade e curiosidade, os alunos, em cada período, desenterraram seus tesouros na última quarta-feira,  03, no pátio da escola, no bairro Urussanguinha,  em Araranguá: “Não lembrava do que tinha guardado, mas encontrei uma cartinha e um papel de Trident”, disse Kamila Cunha, 15, aluna do 9° 01.

Ravi de Deus, 15, do 9° 02,  sentiu um misto de ansiedade e alegria ao encontrar seus tesouros: “ É muito prazeroso encontrar essas lembranças do  passado”, explicou.

Para a coordenadora do Ensino Fundamental 2 da escola,  Juliana Nunes Honório, a experiência é muito interessante: “É muito válido trazer essas memórias afetivas, trazer essa cronologia para que os alunos possam avaliar quem eles eram e quem são agora. Ficou marcado”, finalizou.

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