A Polícia Civil deve concluir até sexta-feira (1º) o inquérito que investiga a morte do dentista Cezar Maurício Ferreira, de 54 anos, encontrado morto em uma cela da Central de Polícia de São José no dia 19 de julho. Ele havia sido preso na noite anterior por suspeita de embriaguez ao volante.
O laudo da Polícia Científica revelou que a causa da morte foi uma arritmia cardíaca, agravada por medicamentos que o dentista tomava. Exames toxicológicos apontaram ausência de álcool no organismo. Agora, a Polícia Civil solicitou novo laudo para saber se os efeitos desses remédios poderiam ter sido confundidos com sinais de embriaguez.
A família contesta a abordagem policial e afirma que Cezar estava sofrendo um infarto quando foi detido. Para a defesa, ele deveria ter sido levado ao hospital e não à delegacia.
O caso está sendo investigado também pela Corregedoria da PM e por um inquérito policial militar.
E por qual motivo não foi realizado o exame com o etilômetro? Vale o que as autoridades “acham”? Simples assim?