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Jovem de 26 anos é encontrado em jazida após horas de buscas em Araranguá

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Um jovem de 26 anos foi encontrado morto pouco antes das 16h desta segunda-feira, dia 15, após se afogar em uma jazida localizada na comunidade de Sanga Toca, em Araranguá. A ocorrência mobilizou equipes do Corpo de Bombeiros Militar de Santa Catarina e da Polícia Militar ao longo de toda a tarde.

De acordo com informações apuradas no local, o Corpo de Bombeiros Militar e a Polícia Militar foram acionados no início da tarde para atender a uma ocorrência de possível afogamento. O jovem, natural de Recife (PE), havia aproveitado o horário de almoço, durante uma pausa no trabalho, para se refrescar na jazida, que possui cerca de quinze metros de profundidade.

Segundo relatos dos amigos que o acompanhavam, após o almoço o grupo se deslocou até o local para tomar banho. Em determinado momento, o jovem pulou de um trapiche existente na jazida e, logo em seguida, começou a se debater na água. Poucos instantes depois, ele submergiu e não foi mais visto.

Diante da situação, os amigos acionaram imediatamente os serviços de emergência. As equipes iniciaram as buscas ainda no início da tarde, realizando varreduras subaquáticas e reconhecimento da área. Após algumas horas de trabalho, o corpo do jovem foi localizado pouco antes das 16h.

Após o resgate, foram acionados os procedimentos legais, incluindo a presença da Polícia Científica, responsável pela perícia no local e pelo recolhimento do corpo, que será encaminhado para exames complementares. Até o momento, a identidade da vítima não foi oficialmente divulgada pelas autoridades.

A Polícia Militar também acompanhou a ocorrência, realizando o isolamento da área e prestando apoio às equipes de resgate. O caso será apurado pelos órgãos competentes para os devidos registros.

Alerta preventivo: O Corpo de Bombeiros Militar reforça que jazidas, rios, lagoas e outros locais não monitorados oferecem riscos elevados para banho, principalmente devido à profundidade irregular, presença de buracos, lodo, galhos submersos e ausência de pontos seguros para saída da água. A água turva dificulta a visualização e compromete a reação em situações de emergência. A recomendação é evitar o banho nesses locais e priorizar áreas com guarda-vidas e sinalização adequada, especialmente durante a temporada de verão.

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