O PDT de Balneário Gaivota voltou a se aliar ao prefeito Kekinha dos Santos (REP). Kekinha foi filiado ao partido por 19 anos, mas deixou a legenda em 2015, se filiando ao PSDB para disputar pela primeira vez a prefeitura do município, em 2016. Naquele pleito, o PDT ainda se manteve aliado a ele, a exemplo de 2020, quando foi eleito prefeito pela primeira vez.
Ao longo do primeiro mandato de Kekinha, no entanto, o PDT acabou mudando seu comando, e indo para a oposição, se aliando ao Progressistas, que em 2024 concorreu contra o projeto de reeleição do prefeito.
Recentemente, o partido mudou seu comando novamente, com a presidência passando a ser exercida pelo empresário Deldi Silva de Souza, o Derda, que em 2024 já defendia a manifestação de apoio do PDT ao projeto de reeleição de Kekinha. Ele, no entanto, foi voto vencido dentro da legenda naquela ocasião. Com o aurorescer de 2026, o deputado estadual Rodrigo Minotto, que é o presidente estadual do PDT, solicitou que a legenda se aliasse ao governo de Kekinha, indicando Derda como presidente do partido, através de uma Comissão Provisória, que contará com a presença de figuras históricas brizolistas em sua composição.
O anúncio da mudança do comando do PDT de Balneário Gaivota, e seu alinhamento com a gestão do prefeito Kekinha, foi feito durante um almoço, no sábado, na residência do ex-prefeito Everaldo João Ferreira, que administrou o município entre 1997 e 2000, então filiado ao PDT. Na ocasião, estavam presentes o deputado Rodrigo Minotto, o prefeito Kekinha, o empresário Fabiano Ferreira, filho do ex-prefeito Everaldo, a ex-primeira-dama gaivotense, Lana Ferreira, e Derda Souza, o novo presidente do PDT gaivotense.
O reingresso do PDT na gestão de Kekinha é bastante simbólico, pois o partido detinha a sua filiação quando ele se elegeu vereador pela primeira vez, aos 22 anos, em 1996. Também foi o primeiro partido a administrar Balneário Gaivota, através da gestão do ex-prefeito Everaldo Ferreira.
Finais
- Nova pesquisa Data Folha, divulgada no sábado, vislumbra um cenário de intensa disputa eleitoral no segundo turno da eleição presidencial deste ano. Em uma simulação de segundo turno, onde figurariam o presidente Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL), a diferença é de apenas três pontos percentuais a favor do atual mandatário do país. De acordo com o Data Folha, neste cenário, Lula teria 46% dos votos, contra 43% de Flávio, o que constitui empate técnico entre ambos. Em dezembro, Lula tinha 51% e Flávio Bolsonaro 36%. Naquela ocasião, a diferença entre ambos era de 15%, e agora é apenas 3%. A pesquisa ouviu 2.004 eleitores, acima de 16 anos, nos dias 3 e 4 de março, em 137 municípios brasileiros, possuindo margem de erro de 2% e nível de confiança de 95%.
- Já uma pesquisa realizada pelo Instituto Mapa, em Santa Catarina, apontou o governador Jorginho Mello (PL) com 56,2% das intenções de voto, índice que permitiria uma vitória sua ainda no primeiro turno, na eleição de outubro. A pesquisa ouviu 1.008 pessoas, em 53 municípios, entre os dias 23 de fevereiro e 3 de março, apresentando uma margem de erro de 3,1% e um nível de confiança de 95%. De acordo com o Instituto Mapa, João Rodrigues (PSD), principal candidato de oposição ao governador, figura com 15,5%. Gelson Merisio (SD), apontado como o candidato da esquerda na eleição governamental deste ano, aparece com 3,4%. Interessante observar que o índice de Jorginho Mello subiu mais de 10% depois que ele anunciou que seus candidatos ao Senado serão Carol de Toni (PL) e Carlos Bolsonaro (PL).











