O Instituto Federal Catarinense — por meio dos Campi Sombrio, Brusque, Camboriú e São Francisco do Sul — lança oficialmente nesta quarta-feira (15), em parceria com a Universidade do Vale do Itajaí (Univali) e um grupo multidisciplinar composto por diversas instituições de Santa Catarina, o maior projeto de pesquisa turística já realizado no Estado: o “Estudo da Demanda Turística do Estado de Santa Catarina”.
A pesquisa, que será realizada até agosto de 2022, tem como objetivo proporcionar um panorama atual acerca dos visitantes que circulam em nossas regiões turísticas, mensurando, qualificando e traçando o perfil dos visitantes — bem como avaliar a qualidade dos serviços, infraestrutura turísticos do estado. O objetivo é compreender os hábitos de consumo dos nossos visitantes em diversas épocas do ano, possibilitando um diagnóstico atualizado do turismo em SC.
É a primeira vez que todas as 13 regiões turísticas do Estado são contempladas em uma única pesquisa, por meio da utilização de tecnologias inovadoras para a coleta de dados — como o uso de beacons virtuais espalhados nos diversos destinos e atrativos, para a captação de questionários on-line, e o monitoramento da telefonia móvel, para compreender melhor o fluxo de demanda em nosso estado.
Saiba como participar
A partir desta data de início, já é possível encontrar os beacons virtuais sob a forma de placas indicativas e QRCodes espalhados por alguns dos principais pontos turísticos do estado. Também é possível participar pela internet, por meio do questionário sobre os hábitos de viagem dos catarinenses, que é simples, rápido e fácil de responder. Sua opinião é fundamental para o sucesso dessa pesquisa e do turismo catarinense.
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Além do IFC e da Univali, o grupo multidisciplinar responsável pelo projeto é apoiado por uma equipe de profissionais e pesquisadores das seguintes instituições: Universidade da Região de Joinville (Univille); Universidade do Contestado (UnC); Universidade do Oeste de Santa Catarina (Unoesc); Instituto Federal de Santa Catarina (IFSC); e a Universidade do Extremo Sul Catarinense (Unesc). O Estudo conta ainda com o apoio financeiro da Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina (Fapesc) e da Secretaria Agência de Desenvolvimento do Turismo de Santa Catarina (Santur).











