AgriculturaArroz importado pelo Governo trará na embalagem preço de R$ 20

Arroz importado pelo Governo trará na embalagem preço de R$ 20

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A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) revelou o design do rótulo para as embalagens de arroz que o governo federal planeja importar. Este arroz será vendido a um preço fixo de R$ 20 por pacote de 5 quilos, conforme anunciado. Os pacotes apresentarão os logotipos da Conab e da União, acompanhados da inscrição “Produto Adquirido pelo Governo Federal”. A ação recebeu críticas de associações de produtores rurais, que a consideram intervencionista e desestimulante para a produção nacional.

A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) revelou o design do rótulo para as embalagens de arroz que o governo federal planeja importar. Este arroz será vendido a um preço fixo de R$ 20 por pacote de 5 quilos, conforme anunciado. O leilão para a compra do grão está marcado para hoje (6). Os pacotes apresentarão os logotipos da Conab e da União, acompanhados da inscrição “Produto Adquirido pelo Governo Federal”. A ação recebeu críticas de associações de produtores rurais, que a consideram intervencionista e desestimulante para a produção nacional.

Serão importadas 300 mil toneladas de arroz do tipo longo fino, polido, beneficiado, Tipo 1 — similar ao produzido nacionalmente. O plano é distribuir o produto em três etapas, começando em 10 de junho e concluindo em 8 de novembro. As vendas ocorrerão diretamente para estabelecimentos comerciais em áreas metropolitanas.

Os estados que receberão o arroz são Amapá, Amazonas, Bahia, Ceará, Distrito Federal, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Pará, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Paraná, Rondônia, Roraima, Santa Catarina e Tocantins.

Os principais fornecedores históricos de arroz para o Brasil incluem países do Mercosul, como Paraguai, Uruguai e Argentina. Recentemente, o Brasil também importou arroz da Tailândia. Apesar da diversificação dos fornecedores, o anúncio do leilão em maio fez com que os preços subissem até 30% na região, levando ao cancelamento de um leilão anterior.

Informações: O Bairrista

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