Pix ganha preferência nas transferências bancárias

Lançado em 16 de novembro de 2020, Pix vem se tornando uma das opções mais utilizadas por brasileiros na realização de transferências
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O novo método de pagamento faz transferências de recursos entre contas em poucos segundos, a qualquer dia e hora, incluindo feriados. É de baixo custo para empresas e gratuito para pessoas físicas

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Lançado em 16 de novembro de 2020, Pix vem se tornando uma das opções mais utilizadas por brasileiros na realização de transferências.

Com promessa de ser instantâneo e mudar a forma de realizar transferências, o Banco Central nos trouxe o Pix. Ele é uma solução moderna e inovadora que chegou fazendo barulho em todo o país. Prático, rápido e seguro. O novo método de pagamento faz transferências de recursos entre contas em poucos segundos, a qualquer dia e hora, incluindo feriados. Outro fator pertinente, é o baixo custo para empresas e gratuidade para pessoas físicas.

Realização facilitada

Tudo começa na criação de sua chave, que pode ser gerada por CPF, CNPJ, número de telefone, e-mail ou por meio de uma chave aleatória. A chamada “Chave Pix”, contém todos os seus dados e pode ser encaminhada para o pagador, substituindo informações bancárias. Isso evita o erro de digitação dos números grandes de uma conta bancária, deixando a transação mais objetiva.

1º lugar nas

transferências

Dados do Banco Central e da Câmara Interbancária de Pagamentos, pesquisados pelo portal 6 Minutos, apresentam que do dia 1º a 17 de janeiro, foram efetuadas 87,1 milhões de transferências por meio do Pix no Brasil. Um número muito acima das outras transferências, como os 18 milhões de TEDs e 6,5 milhões de DOCs.

Em resumo, em seu primeiro trimestre de lançamento, o novo método de pagamento representou 77,9% do total de transações bancárias. O valor médio transferido por Pix, em dados parciais do mês de janeiro, foi de R$ 700,00. Número este muito acima do TED, que foi de R$ 49,90.

O Pix ainda não atingiu transações de pequeno porte. Isso toma como exemplo, o cafezinho da esquina. O fato de ainda ser uma tecnologia muito recente pode explicar tal situação. Segundo pesquisa realizada pela área de Inteligência de Mercado da Globo, quase 30% dos brasileiros não sabem que é possível usar o Pix para pagar compras em lojas físicas e online.

Outro aspecto positivo sobre o uso do sistema é o baixo custo que tem para os bancos. O Banco Central estima que cada Pix custa R$ 0,001 para as instituições financeiras, sendo uma despesa 97,5% menor do que TEDs ou DOCs, realizadas através do Sistema de Transferência de Reservas.

E você, já está fazendo o uso do Pix? Acesse www.sicoob.com.br/pix e conheça todos os benefícios da nova funcionalidade.

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